ORKUTBlosson
22.Curta,grossa,mau humor.
Highway, 3x4, Conquista do
espelho.
Uma meia dúzia de fotos,
todos os cds, um vinil,
dois ou três autográfos.
Maldosos comentários
durante shows.
Primeira fila,sentada,
porque de pé, cansa.
Gessingeriana assumida.
GLM.Sempre GLM.
"Chora viuvinha,chora......"


ORKUTCharlie
22. 1-mano simples de coração.
A promessa,Violência travestida,
Sampa no walkman.
Uma foto,um autógrafo.
todos os cds, menos o acústico.
Camarote para ouvir melhor.
Frustação: a foto com o Maltz queimada.
Gessinger, Licks e Maltz.
Maltz, Maltz,Maltz. Carlos Maltz sempre o Maltz, o deus-maltz.



ORKUTel escama
26. Ranzinza,humor negro,
backing vocals açucarados.
Mapas do acaso, Hora do Mergulho,
A revolta dos dândis II.
Photos fazendo careta, todos
os cds e vinis e uns singles.
Antes primeira fila, agora fundão
sentado pra não ver os fãs malas.
Gosta desde GLM até a atual
carreira solo do HG.


ORKUTRegi
23.Estressada,observadora,ciumenta.
Muito.Problemas...sempre existiram.
Ritos de passagem, Nunca se sabe.
Centenas de milhares de fotos,
todos os cds que existem,
que vão existir.Todos os vinis.
Todos os autografos possiveis e
imaginaveis. Primeira fila, de pé,
na grade, no palco, no piano..
Gessinger, Galvão, Ayala, Fonseca.
Fã n° 0. Nem a banda sabe
tanto da banda

Datas e Nomes:



E-Stória
19/08/2007 a 25/08/2007
27/05/2007 a 02/06/2007
22/04/2007 a 28/04/2007
08/04/2007 a 14/04/2007
25/03/2007 a 31/03/2007
18/03/2007 a 24/03/2007
04/03/2007 a 10/03/2007
25/02/2007 a 03/03/2007
11/02/2007 a 17/02/2007
04/02/2007 a 10/02/2007
28/01/2007 a 03/02/2007
21/01/2007 a 27/01/2007
07/01/2007 a 13/01/2007
31/12/2006 a 06/01/2007


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Arma do Negócio:





Mesa Hawaiiana:
Blog
- Desenvolvimento e Layout: Blosson
- Ilustrações: Charlie

PodCast
- Desenvolvimento e Gravação: el escama
- Edição e mixagem: Charlie e Blosson

- Divulgação: Regi


 


Por motivos de força maior, esse blog ficou abandonado por uns meses. Sozinha ou acompanhada, eu to voltando a postar aqui! =)

 

 

NOVOS HORIZONTES

 

Depois de muitos anos, eu vou discordar do Humberto Gessinger.

 

Com esse alvoroço todo de CD novo, DVD novo, show novo, eu sinto vontade de desligar os motores pra poder somente observar. E como boa observadora q sou me coloquei a pensar no nome do CD. “Novos Horizontes”... Impossível não lembrar das frases quem seguem nessa canção.

 

“Quem constrói a ponte não conhece o lado de lá”. Nem sempre. Às vezes o lado de lá já é tão conhecido q te faz querer voltar, então, vc constrói a tal da ponte, pra poder chegar mais rápido. E assim é o novo CD. É um terreno que os Engenheiros já conheceram e sabem q funciona. Não q eu não sinta falta das guitarras, mas cá pra nós: esse formato acústico bem executado é tão aconchegante. Te faz sorrir quando estás feliz, te faz chorar quando estás triste... ((Eu vejo poesia em tudo...))

 

Por ter ido à gravação, esperava bem menos desse disco. Juro! Aí me vem as tais das lembranças Hawaiianas... Exatamente no dia 20 de agosto de 2005, eu assisti a um show do camarote e não da primeira fila, como sempre prefiro, como foi na gravação. E devo confessar: Lá do alto é muito mais bonito. É possível escutar instrumento por instrumento, voz por voz. Às vezes estar no gargarejo te faz olhar para as imperfeições visuais e esquecer do quanto é bom ouvir uma musica de olhos fechados. E apesar dos ajustes que sofreu, o disco está lindo, emocionante e com cara de... como posso dizer... Não está “for all” como foi o Acústico. Tá com cara de “pra quem gosta de nós” mesmo. Sem dúvida, pros de fé.

 

Acho que já virou clichê elogiar os caras, mas... vamos lá.

Gláucio Ayala matou a pau nos backings. Aí vem sempre algum chato: “Ah, mas e o sotaque?”. De que mundo vc é que não tem um sotaque?

Bernardo Fonseca arrebentou no baixo como nunca havia feito, obrigada, parabéns, volte sempre. Ainda insiste em criticar só pra não perder o costume desses anos todos? PNC. Aliás, VEJA ISSO! (Clique!)

Fernando Aranha... Preciso fazer algum comentário? Não né? Perfeito demais.

Pedro Augusto... Finalmente tenho algo pra falar dele. Mês passado eu conheci o famoso Órgão de tubo pessoalmente. Ouvindo “Faz de Conta” me lembrei desse instrumento. É de arrepiar!

 

Quanto às participações, mais clichês que os meus comentários. As mesmas. E eu  A D O R E I !!

 

Pra outras conclusões, só ouvindo mesmo. Eu recomendo a todos! Os muros e as grades nos protegiam, mas agora estamos na ponte. E se ela cair? É um risco que se corre. O que é pior? Viver guardados do nosso próprio mal ou correr atrás do pré-juízo? Eu prefiro construir pontes.

 

“NOVOS HORIZONTES” – Dia 21 de Agosto nas lojas. Prepara o coração, porque tá caro, digo, lindo!

 

;)
Bjos pra torcida!
¡Regi!



Eu não devo nada pra ninguém! Regi, na hora h: 01h24
[]



Cães Farejadores.

Aquecendo turbinas.

 

Vai começar a epopéia do novo disco enghaw. Li uma matéria onde o Humberto fala q a banda vai seguir de maneira acústica de modo definitivo. Eu duvido muito, afinal, estamos falando do rei das “eternidades da semana” que, geralmente, são lançadas ao ar num momento de empolgação. Nada mais natural, o cara está satisfeito com o atual momento e é isso que importa: tesão pra continuar produzindo.

 

Me admira muito as cobranças e reclamações da patrulha qto a isso. Ainda bem que o déspota esclarecido sempre exerceu bem essa função e nunca deu bola pra torcida. Me admira muito cobrarem atitude rocker e novidades de um cara com mais de 20 anos na estrada. É só olhar em volta! Quem tem “obrigação” e apresentar isso são as novas caras. Podem constatar: depois de um tempo todos os grandes músicos dão uma sossegada. Nem por isso deixam de produzir obras maravilhosas! Exemplos não são poucos: Paul McCartney e Bob Dylan não me deixam mentir. Ouçam os últimos discos deles e procurem as estimadas guitarras! Tão super escondidinhas. É uma aqui outra acolá.

 

Deixem de ser a camisa de força!

Deixem o vôo seguir sem planos!

Deixem os mapas e as bússolas se continuarem perguntando:

“¿Quem sabe?

¿Do que depende?”

 

Abastecendo sem deixar de voar,

el escama

 

DISCO NA AGULHA: “MEMORY ALMOST FULL” – PAUL McCARTNEY



Eu não devo nada pra ninguém! el escama, na hora h: 09h19
[]



Por loucura ou por paixão

¡Piracicaba!

Escolhi essa foto pra começar o post falando de Fernando Aranha e Bernardo Fonseca. Me chamem de descartável, digam tudo o que puderem, mas só quem foi a Piracicaba sabe o quanto essa dupla se empolga em cima do palco e o quanto eles estão curtindo tocar nos Engenheiros. Foi lindo e emocionante. Pra quem já viu 10.000 shows dessa tour, posso falar com toda autoridade que depois do primeiro show dela, esse foi o melhor. Nada como vê-los tocando em pé e apenas semi-acústico!

 

Eu notei que o Humberto, apesar de animadão em cima do palco, ele ta meio... han... é... como posso dizer? Duro, talvez. Ele não parecia muito à vontade tocando em pé, não sabe mais dançar, acho que estava muito tímido. Mas é perdoável não é mesmo? Afinal, tocando dois anos sentado e do nada levantar num é tarefa fácil.

 

No meu humilde ponto de vista, gosto mais assim. Acústico mesmo, mas com o repertório mais variado, em pé e tals. Notei o Humberto muito feliz e muito próximo dos fãs, se sair correndo, conversando, brincando, fazendo piada até mesmo durante o show. Das novas, rolou uma nova versão de “Luz”, diferente da que eu já havia ouvido, “Vertical” e “Guantánamo”, essa que, por sua vez, me deixou encantada com sua nova versão. Quer ver só?

 

Baixe a música aqui!

 

O vídeo!

 

 

"Vertical"

Baixe a música aqui!

 

O vídeo!

¡Bem Brasil!

Apesar do Humberto estar perdendo o jogo do Grêmio na hora da gravação, nunca mais tinha visto esse cara sorrir e se entrosar tanto com a platéia. Não querendo estragar a surpresa, mas a maioria das músicas foram lindas e lados B!

 

Se eu não me engano, o programa vai ao ar dia 12 de maio de 2007 pela TV Cultura. Caso eu esteja errada, eu aviso.

Bjos pra torcida;

Regi

;)

 



Categoria: Por loucura ou por paixão
Eu não devo nada pra ninguém! Regi, na hora h: 09h29
[]



Citybank Music Hall
E vamos todos por um nariz vermelho na cara



Bom, eu já estava com essa coisa entalada na garganta desde o show do Roger Waters. Daí, vem o Aerosmith e acontece a mesma coisa.
E com o Engenheiros, não foi diferente.
Beleza, com as outras bandas, mesmo seca pra gritar num blog fajuto qualquer minha revolta com a palhaçada que a ticketmaster mais o citybank oferecem nos ultimos tempos, fiquei quieta, afinal, esse blog chama "mesa hawaiiana" e não, "mesa do aerosmith" ou do "waters"

Quem ainda não sabe o que acontece, eu explico :

As pré vendas para os shows, abrem num dia x, apenas para quem é cliente do banco Citybank ( um bando espanhol, segundo terceiros. Sim, sou iNgnorante). Passado umas duas semanas, abrem para o publico em geral, seja você um Caixa Econômica, um Banco do Brasil, um Itaú ou até mesmo um Zé Ninguém que ganha mesada.
Quando você sisma de comprar seu ingresso perfeito, da banda que considera perfeita, no dia perfeito, não há mais lugares perfeitos. Seria até que aceitável, se, na maioria das vezes não acabasse também a meia entrada. Seria até que suportável, se, na maioria das vezes, não acabasse também os ingressos. Na pré venda.

Bom, temos aqui a seguinte situação:

  1. Roger Waters, esgotado na pré venda pros citybanks. ( eu e mais um monte de gente q conheço, se matou guardando dinheiro pra ir ver esse pé na cova, e, não tivemos o direito se quer de tentar comprar a porra do ingresso.)
  2. Aerosmith, esgotada meia-entrada na pré venda pros citybanks. ( eu e mais uma porrada de pobre que conheço que dependem da meia entrada , não teve dinheiro pra comprar uma, ou mais inteira)
  3. Engenheiros do Hawaíí...bom, ainda não começou a venda para o publico em geral, mas não sei o que vai acontecer também, uma vez que, os melhores lugares, já estão esgotados na pré venda pros citybanks.

Agora, meu amigo, temos a seguinte conclusão:

  1. A grande maioria, o qual o dinheiro é mesmo e vale a mesmissima coisa, seja da sua mesada ( se vc tiver 15 anos) ou do seu salário que cai no Bradesco ( meu caso), caso vc não seja bom o suficiente , ou simplesmente NÃO QUEIRA Ter uma conta/cartão de credito no maldito citybank, você, meu bom ser humano, não tem o direito de comprar antes, de escolher seu lugar, e fica sujeito as vezes, de não poder mais pagar meia entrada. Muitas vezes, acaba não indo por causa disso ( vide meu Aerosmith)
  2. Os restos ficam pra você. Mesmo que ainda haja ingressos no lugar fodido que sua banda fodida vai tocar, o que te sobra, são os restos de uma galera que comprou antes, por uma regalia nada a ver.
  3. Não temos direito de escolha.
  4. Fica parecendo que seu dinheiro vale menos.
  5. País filha da puta que é obrigado a deixar estrangeiro de merda colar aqui, fazer o que quiser, porque tem uma dívida maldita que nunca vai acabar.

Um absurdo. Com os Engenheiros, temos que reconhecer que não é um puta fenomeno mundial, se comparar com o Roger e Aero, logo, os ingressos não vão esgotar na pré venda, que termina depois de amanhã. Mas acontece que, você acaba não tendo o direito de escolher seu lugar, sua forma de pagamento, como todos os outros seres, como deveria ser para todo mundo. Se mil citybanks comprarem os melhores lugares, você, mesmo tendo $120 mangos pra dar no show, não poderá, afinal, esgotou o lugar que vc queria. Isso, se chama palhaçada, circo, putaria, como quiserem.

Não tô falando que deveria abrir pré venda pra Caixa, Bradesco, pensionistas , aposentados, estudantes, nada. Tô falando que isso não deveria simplesmente existir, direitos iguais para todos. Quem chegar lá no dia da venda as 6 da manhã e pegar um lindo perfeito lugar, otimo. Quem chegar na véspera e pegar um lugar não tão legal, otimo tbém. Mas é um direito de escolha, um direito de ser livre e não ficar literalmente, com os restos.

Antes que venham falar, não tô emputecida por não poder comprar antes, já adianto que a situação é bem contrária. Mas minha vida não importa. É tirar a vez de outra pessoa, é tirar liberdade de escolha de outra pessoa. E, se for pensar bem, é uma espécie de preconceito sim, de separar as pessoas, uma vez que deveriamos ser todos iguais e tanto o meu dinheiros seja ele depositado numa conta de um banco qualquer, ou o seu dinheiro guardado embaixo do colchão valerem exatamente a mesma coisa.

Contra a tradição;
Blosson.



Eu não devo nada pra ninguém! Blosson, na hora h: 13h45
[]



No meu ponto de vista
"...cada um lê de uma forma o mesmo ponto de interrogação"



Selva, a gente se acostuma a muito pouco, a gente fica achando que é demais, quando chega em casa do trabalho quase vivo.
Selva, a gente se acostuma a muito pouco, a gente fica que é um máximo liberdade pra escolher a cor da embalagem.
Nessa selva, a gente se acostuma a muito pouco, a gente fica achando que é normal, entrar na fila, pagar ingresso, pra levar porrada.
No meio de tudo você, me salva da selva!
Selva, a gente se acostuma a muito pouco, a gente fica achando que é demais, um pouco de silêncio e um copo de água pura.
Selva, a gente se acostuma a muito pouco, a gente fica achando que é o máximo, se o cara mente mas tem cara de honesto. Nessa selva, a gente se acostuma a muito pouco, a gente fica achando que é normal, finge que não vê, diz que não foi nada, e leva mais porrada.
No meio de tudo você, me salva da selva.


Em que selva você vive? Há quanto tempo ?
Todo mundo é capaz de reclamar, todo mundo é capaz de odiar, mas, no fundo, e acredito eu que, incapaz de mudar alguma coisa. Incapaz? Não, acho que usei a palavra errada. Capazes sim, porém, como tudo que é trabalhoso é um pé nos culhos, é sempre mais atrativo ir pelo lado mais curto e obviamente o mais fácil. No caso da tal selva em que você vive, e, naturalmente pelo tempo longo em que nela sobrevive, o caminho mais curto acredito eu, não sei, é acostumar-se. Acostumar-se a sobreviver precáriamente, acostumar-se a matar ou caso contrário, morrer. Acostumar-se a ser liderado por uma tribo que você nem se quer conhece. Talvez, no máximo, tenha ouvido falar.

A selva em que sobrevivo, há tanto tempo que nem me lembro mais quando caí nela, é escura, nebulosa, estranha, cheia de conflitos bizarros o suficiente, para eu, acomodada mortal que sou, preferir chamar de mistérios. Claro, uma vez que é mais fácil eu chamar de mistério, aquilo que tenho preguiça de desvendar.

Acostumados com tudo isso, ou melhor.....acomodados a viver em meio a tudo isso, achamos simplesmente um máximo quando pequenas coisas, que deveriam ser nada mais que uma obrigação, nada mais que o normal, acontecem.
Dar valor a pequenas coisas é bom. Mas achar que isso é o máximo que merecemos, é péssimo.

Liberdade, é ilusão. Mas, a selva bizarra tá cheia de artefatos semi-escolhidos, que nos faz achar que temos a tal liberdade de expressão, de escolha. Então, é um máximo fechar os olhos e acreditar na mentira que é a liberdade. É um máximo possuir liberdade para poder escolher quem vai nos tirar mais ainda a liberdade, não acha?

Ser quase livre, é pior do que a prisão. Ilusão é pior do que mentira.
Acomodados com o pouco, e talvez, com medo de perder o pouco, mais uma vez, as tais pequenas-grandes-coisas, começam a passar batidas e...quase que despercebidas. De fato, é melhor fingir que não viu nada as vezes: pode-se perder o pouco que tem. Com o tempo, o que era pra ser anormal acaba-se tornando normal, dia após dia. E, com uns acomodando-se junto com os outros, e acostumando-se a cada dia que, a tendência da selva é ficar cada vez mais perigosa e triste, forma-se um ciclo ( que não tenho mais esperança que tenha fim), silêncioso, desconfiado, em que sobreviveremos como perfeitos selvagens, dando e levando todas as "porradas" possíveis. Levando muito mais, acredite.

Sinceramente, não sei a quem devemos pedir ajuda para nos salvar daqui.Talvez com gritos silênciosos no meio da noite, alguém escute e venha em resgate. Talvez....

Quem é você que vai nos salvar da selva? Apesar de estar em meio a tudo, nunca, todo esse tempo, nunca conseguiu ouvir nada.
As vezes, acho que falamos sozinhos.

Contra a tradição;
Blosson



Eu não devo nada pra ninguém! Blosson, na hora h: 21h07
[]



Eternidades da Semana

É... imagina se a moda pega?

 

Olá olá, amiguinhos do blog! Além da foto clicada pelo Wander de Porto Alegre ontem, quero com esse post compartilhar algumas músicas inéditas gravadas em shows pelo Brasil pelos fãs!

 

Começo por “Luz”, em sua primeira execução ao vivo em Francisco Beltrão – PR. Gravada em 15 de dezembro de 2006 por mim e pela Valéria Montañola.

A música

(((Sim, a desafinada sou eu. ¬¬)))

 

Quer ver o vídeo também? Toma!

 

Agora “Luz”, modificada em Goiânia – GO. Gravada dia 02 de março de 2007.

A música

 

Oia o vídeo!

 

 

E pra finalizar, “Vertical” na sua primeira execução ao vivo, também em Goiânia – GO.

A música

 

Espia!

Beijos pra torcida;

Regi

 



Categoria: Eternidades da Semana
Eu não devo nada pra ninguém! Regi, na hora h: 00h24
[]



¡Tubluf!

 

Nossa, nossa!

Trata-se do Prêmio Açorianos que o nosso querido Humberto recebeu ontem. Na minha maior ignorância, nem sabia que existia! Enfim, é um prêmio de música regional (Rio Grande do Sul), onde o Humberto recebeu menções especiais pelo conjunto da obra – Gente chique é outra coisa benhê!

Quase enfartei ontem quando não consegui assistir, mas logo estaria no Youtube para a minha felicidade. E pela crise de gargalhadas desta manhã de outono! Por que da crise? Veja você mesmo!
 

 

 

A essa altura do campeonato, vc já deve ter ouvido a música nova, “A Força do Silêncio”, parceria do Humberto com o Duca Leindecker. Linda? Imagina, coisa pouca! Uma pena que vai apenas pro cd do Cidadão Quem. Mas, o futuro da gravação dos Engenheiros é incerto. Temos datas, preços e nomes. Mas só quem viver, verá. Dúvidas?

Ticketmaster

 

Ah, você quer a MP3 da música nova?
Opa, pra já!

A música

Créditos: Valdemas / Fortaleza – CE

 

Bjos pra torcida!

Regi

 



Eu não devo nada pra ninguém! Regi, na hora h: 12h31
[]



É...



fontes:
blog
"Eu podia tá matando"
orlut Comunidade Enghaw

Contra a tradição;
Blosson



Categoria: Não me leve a sério
Eu não devo nada pra ninguém! Blosson, na hora h: 23h03
[]



PODCAST
vou deixar um post exclusivo para isso ;)

Ouça Agora:

Download: (20MB)
Podcastmarco2007DemosOficiais.mp3

1° podcast Mesa Hawaiiana.
Gravação: janeiro 2007
Tema principal: Demos oficiais Engenheiros do Hawaii

Ouça, divirta-se e comente!

Contra a tradição;
Blosson



Eu não devo nada pra ninguém! Blosson, na hora h: 13h11
[]



Uh, Engenheiros!

Saudosos do famoso " Uh Engenheiros!", clássico grito de guerra do povão, minutos antes de começar o show, eles voltaram a ativa com sua agenda bacaninha passando pelo Brasil.
E dizem as boas línguas que a gravação do mais novo disco ao vivo, acontecerá em São Paulo, em meados de maio.


Mesa Hawaiiana

Mais atrasada que os voôs da Tam, volto das profundezas do meu quarto, a postar as mais novas novidades do blog.

Podcast oficial e acredito eu, não sei, que o primeiro com o tema Engenheiros do Hawaíí, tá no ar, finalmente. Gravado entre janeiro e fevereiro,falando sobre as novas músicas hawaiianas, gravado e elaborado por el escama, editado e mixado por Blosson ( euzinha) e Charlie. Como a edição final ficou por minha conta, taí o motivo óbvio pelo qual ele só veio ser terminado e postado agora. Sorry, é pouco mas é tudo que meu tempo pode oferecer....
Tá numa versão bem beta mesmo, estamos ainda fazendo uns testes para melhorar o audio, tempo, etc.

Para ouvir, dá o play, sacou né?

 

(Não me responsabilizo por essa joça, que parece funcionar somente quando quer
 Por hora, é o que deu pra fazer. Se falhar, contate-me....Idéias melhores? Ótimo.)


Papéis de Parede , criados por Charlie em resolução 1024x768 e 800x600.

Clique para baixar. Sacou também né?

800x600 ou 1024x768


800x600 ou 1024x768

Layout um tanto quanto diferente que é melhor visualizado na resolução 1024x768, não fica mais aquele enorme espaço sobrando ao lado. Também tá numa versão beta-fodida, ando estudando meios de criar a famosa "resolução automática". Se alguém souber algo, meus ouvidos e olhos estão disponíveis para sua informação.
E-mails e/ou comentários. Mande o seu para dizer o que acha do blog, do podcast, enfim, do nosso tempo perdido, pra fazer algo diferente e bacaninha pros "humirdes" fãs de engenheiros.
Tá aberto o e-mail para :

  • quem quiser mandar relatos de shows
  • fotos da ou com a banda
  • textos e matérias do fundo do baú
  • teorias sobre qualquer coisa estranha e/ou desaparecida: Licks, Pitz, o cabelo do Gessinger, sobreviventes do voô 815.....
  • temas para o podcast
  • e , se vc for legal e insano o suficiente, quem sabe até bota sua voz nas gravações do mesmo.
  • Etc etc etc....

Por enquanto é isso. A banda na ativa, shows rolando, assunto é o que não vai faltar.

Contra a tradição;
Blosson.



Eu não devo nada pra ninguém! Blosson, na hora h: 03h16
[]



Mas que bom gosto!

Ouvi dizer que o tão esperado show do engenheiros que daria origem ao próximo CD da banda foi cancelado. Cancelado não, mas adiado. E porque? PORQUE???

Simples. O mesmo iria acontecer na época do show do Roger Águas, e claro, o Humberto, por ser fã e paga-pau de carteirinha do cara, resolveu ir no show aguado ao invés do show hawaiiano. Até que enfim um pouco de bom senso na caixola do velho HG.

Enquanto isso, temos duas opções: gastar toda grana no SHOW do gringo e ter um momento inesquecível em nossas memórias para o resto de nossas vidas OU esperar e ir em MAIS UM show enghaw. ¬¬

Só tem um problema: os ingressos para o show estrangeiro em Sampa provavelmente já esgotaram... talvez ainda seja possível ir vê-lo no Rio. Talvez. Se não der, só nos restará assistir a banda brasileira gaúcha/carioca mais famosa que conhecemos.



Categoria: Não me leve a sério
Eu não devo nada pra ninguém! Charlie, na hora h: 12h05
[]



Quem viver verá

¡A volta dos que não foram!

                    Praça São João Batista - São João da Barra - RJ

 

Depois de dois meses de férias, os Engenheiros do Hawaii retomam suas atividades, ainda com a turnê do Acústico MTV.

 

No dia 23 de fevereiro, sexta-feira, os Engenheiros do Hawaii se apresentam no Festival de verão “Mania de ser Feliz” de São João da Barra, Rio de Janeiro, no palco montado na praça São João Batista, no Cais do Imperador, na orla do rio Paraíba do Sul.

 

O show é gratuito e começa as 22 h.

 

 

Beijos pra Torcida;

Regi

 

 



Categoria: Quem viver verá
Eu não devo nada pra ninguém! Regi, na hora h: 15h18
[]



Por loucura ou por paixão

 Meu disco enghaw de cabeceira:

 

Todo fã se faz essa pergunta em relação a sua banda predileta. No caso dos Engenheiros, acredito q, pra muitos fãs deve ser um baita dilema resolver essa equação. Até por causa da razoavelmente longa discografia da banda.

 

Pra mim é bem simples. Por motivos sonoros, claro! Mas, principalmente, afetivos.

 

Em 1993, eu tinha 12 anos (putz, já faz tanto tempo assim???) e já conhecia os Engenheiros. Até pq a fase de maior sucesso da banda tinha acabado de acontecer e era difícil alguém não conhece-los. Mas não era um moleque vidrado em música. Preferia o futebol ou o vídeo-game com os amigos. Lá no meio de umas fitas K7 dava pra encontrar o “Alívio imediato”, “O papa é pop” e o “Várias variáveis” dos engos. De resto devia ter o “The wall” do Pink Floyd e o “Nevermind” do Nirvana...

 

Até q aconteceu.

 

Não me lembro o motivo, fui visitar um amigo q era fã do power trio formado por Gessinger, Licks & Maltz. Cheguei na casa do cara e ele todo feliz “vamos ouvir o disco novo dos Engenheiros q acabei de comprar!”. Fomos. Disco ao vivo! Esperava ouvir rock, mas não ouvi. Aliás, nunca tinha ouvido um disco ao vivo daquele jeito, com as músicas interpretadas de forma tão diferentes das originais.

 

E eu não tava entendendo nada. “Esses são os Engenheiros do Hawaii q tocavam ‘Sala vip’? Tocando tudo lentinho? Pô! Eu quero é rock! Tenho 12 anos e penso q sou rebelde! Eu quero rock, cacete! Como? A próxima q vai tocar é ‘Ando só’, aquela pesadona? Ah, agora vai!”

 

E tocou “Ando só”

 

...

 

E emendou com “O exército de um homem só”

...

 

Acho q o nó que deu na minha cabeça foi algo que não sei explicar direito. Hoje, qdo fico pasmo ouvindo algo q me arrepia mais do que meu corpo, mas arrepia minha alma, chamo de orgasmo mental. Foi o que eu tive: meu primeiro orgasmo mental!

 

Voltei pra casa mudo. Deitei na cama com o K7 do disco novo e, na 38ª ou 39ª vez seguida q ouvi o disco, pensei: “Acho que sou fã desses caras”.

 

Meu disco favorito é o “Filmes de guerra, canções de amor”. Quem sabe, um dia desses, eu escreva os motivos técnicos pelos quais ele tbm é o mais lindo disco da banda na minha opinião, mas por hj, acho q isso basta.

 

Abrindo as portas da percepção,

el escama

 

DISCO NA AGULHA: “GRACE” – JEFF BUCKLEY



Eu não devo nada pra ninguém! el escama, na hora h: 17h16
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Por loucura ou por paixão

¡Ame-os ou deixe-os!

 

Traduzir em palavras o que os Engenheiros do Hawaii significam pra mim é quase que impossível. É mais que um vício, é menos que loucura. É mais que amor, é menos que paixão. Fato é que um belo dia de uma infância feliz, eu injetei essa droga na veia, e desde então, nunca mais me livrei dela.

 

Já que as palavras me faltam, sobram-me atos. Já se resumiu em passar 3 noites frias na rua. Em acordar muito cedo pra não perder o lugar na primeira fila. A andar, muito! Correr, gritar, chorar, brigar, fugir, vender, fazer amigos. Levar 12 pontos na perna. Levar infinitos pontos no coração. Passar por baixo de um caminhão ligado pra driblar o policial do Pacaembu. Gastar o que posso (((e o que eu não posso))), só pra estar na Highway atrás de um show, numa esquina qualquer. E tantos outros...

 

Uns dizem que faz mal. Uns dizem que faz bem. Uns me repudiam. Uns me acompanham. Uns fazem menos, outros fazem coisas piores. E assim, no fim das contas, todos nós vibramos na mesma freqüência, com a diferença que cada pessoa tem sua forma de demonstrar o que sente. O meu jeito? Impossível negar que eu sou uma tiéte de mão cheia. Gostar de estar perto, conversar, perguntar, tirar foto, filmar, me emocionar a cada instante do mesmo show que eu já vi 2.000 vezes. Olhar a agenda de shows várias vezes por dia, só pra saber se vou vê-los logo. Chorar quando uma viagem parecia tão certa e de repente desmorona. Chorar mais ainda quando ela é repensada e realizada. Esperar horas na porta de um hotel. Uma cerveja gelada pra relaxar. Odiar sentir a dor da despedida, de olhar pra aquele ônibus indo pra um canto e eu para outro.

 

É bonita a forma com a qual os fãs se dedicam à banda. Virou uma religião, uma obrigação satisfatória. Uma meta que se cumpre. É uma mistura de sensações e sentimentos que me enfeitiça, que me faz querer sempre mais. Por que eu to contando esse monte de besteiras? Ah... porque amar e mudar (((certas))) coisas, me interessa mais... Muito mais... Me interessa... (((Pra quem entendeu, meus parabéns!)))

 

Por loucura, ou por paixão;

Regi

 

Na agulha: Nuvem Passageira - Hermes de Aquino



Categoria: Por loucura ou por paixão
Eu não devo nada pra ninguém! Regi, na hora h: 22h49
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Quem viver verá

O castelo dos destinos da highway do túnel do tempo...

 

Aiuka pros fãs de fé, iniciados e fiéis das catacumbas! O suprasumo dos posts chatos e virtualmente infinitos volta a se manifestar nessa mesa de debate!

 

Sábado (27/01/07), peguei 6 horas de estrada e me dirigi inté Maringá-PR, pra acertar uns negócios e ver o Carlos Maltz tocando. Bacana! Muito bacana mesmo! Passei o dia com o eterno mastigador de tempo das minhas lembranças e pude confirmar q qdo ele fala q nós somos todos farinha do mesmo saco, não tá falando da boca pra fora! O hómi é super simples. Interessante estar ao lado de um cara q foi teu ídolo de infância/adolescência e poder, tipo, sentar numa cadeira pra ver a chuva passar trocando uma idéia de igual pra igual com ele. Quebra muitos mitos e medos.

 

O show foi dividido em 3 partes. Primeiro a banda Esquerda Volver (q teve o bom disco de estréia produzido pelo atual astrólogo) mandou ver bonito no palco, animando a galera pra apresentação do nhô Maltz q levou algumas músicas na voz e no violão (o mesmo desde os tempos da Irmandade Interplanetária...). Alguns “crássicos” do seu repertório como “Depois de nós” e “Castelo dos destinos cruzados”, além de belas e surpreendentes músicas inéditas. Fechando a noite, pra delírio dos fãs, rola uma jam session com Maltz assumindo as baquetas e matando a saudade de algumas pérolas da época em q tocava nos Engenheiros. Sim, eu digo matando a saudades! Ficava evidente pelo sorriso estampado na face do cabra! E isso eu tinha reparado já na passagem de som! Logo após o ensaio, ele se aproximou de mim e perguntou “Falaí ow escamado: tu chegou a assisti algum show dos Engenheiros comigo na bateria?”, respondi “Claro!” e, dois segundos depois completei: “Mas tu não costumava sorrir tanto....”, hahahaha, o cara ficou sem jeito e engasgou uma resposta “é a gente vai ficando véio e , gasp, gasp, etc, etc...”. Achei bonito!

 

 Outra passagem interessante: durante a tarde, fomos inté uma rádio pra divulgar o evento q iria rolar a noite e, enquanto esperávamos, o Carlos empunhou o violão lá no corredor da rádio mesmo e começou a mandar uma das músicas novas dele. Pensei q estava aquecendo, mas aí ele imendou outra, e mais uma, e “tu já conhece essa?”, “ah, mas essa tu não ouviu pq é nova!” e fazendo uma atrás da outra. Ele tocou mais músicas lá do q no show, eheheheh! Percebe-se q, cada vez mais familiarizado com a composição, o cara vem se soltando gradativamente e só evoluindo nesse sentido, portanto, podem esperar agradáveis surpresas pro próximo disco dele.

 

Buenas, relatei.

 

Tentando, todo dia;

el escama

 

DISCO NA AGULHA: COLETÂNEA DO ROBERTO CARLOS



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Eu não devo nada pra ninguém! el escama, na hora h: 09h23
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